23 outubro, 2012

Windows 8: Microsoft começa pré-venda no Brasil



A Microsoft Brasil anunciou nesta sexta-feira em seu blog o início da pré-venda do Windows 8 no Brasil. O Windows 8 Pro, na versão de upgrade para usuários do Windows XP SP3, Windows Vista ou Windows 7, sai por R$ 269.

O sistema tem seu lançamento oficial programado para o dia 26 de Outubro. Além da versão Pro também serão comercializadas também uma versão doméstica, chamada simplesmente de “Windows 8″ (equivalente ao Windows 7 Home Basic/Premium) e uma versão Enterprise para empresas, que ainda não tiveram seus preços anunciados. Uma quarta versão, o Windows RT, só estará disponível pré-instalada em tablets e notebooks baseados em processadores ARM, como o Surface RT.


Vale lembrar que a Microsoft também está oferendo um upgrade para o novo sistema com preço reduzido, apenas R$ 29, para quem comprar um PC com o Windows 7 Home Basic, Home Premium, Professional ou Ultimate entre os dias 2 de junho de 2012 e 31 de janeiro de 2013.

Usuários devem preencher um formulário no site da promoção até o dia 28 de fevereiro de 2013, e receberão um código promocional e instruções para compra e download do sistema. A oferta inclui 90 dias de suporte técnico gratuito.

Fonte: Globalweb


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Perguntas e Respostas sobre o Windows 8

Segue abaixo algumas dúvidas sobre o novo sistema operacional da Microsoft.

O Windows 8 vai funcionar no meu computador?
Depende da configuração do seu PC. Ele precisa ter, no mínimo, processador de 1 GHz, memória de 1 Gbyte (versão 32 bits) ou 2 Gbytes (64 bits), espaço em disco de 16 Gbytes (32 bits) ou 20 Gbytes (64 bits), placa de vídeo com suporte a DirectX 9 e tela com resolução de 1.024 pixels x 768 pixels.


Os programas de versões anteriores do Windows vão funcionar?
A maioria dos programas do Windows 7 deve funcionar. Para ter certeza, consulte a página do Centro de Compatibilidade do Windows 8.

O Windows 8 sempre vai ter essa cara de sistema smartphone?
Provavelmente sim. O Windows 8 é a tentativa da Microsoft de fazer a transição para o mundo de telas sensíveis ao toque e uma forma de a companhia padronizar o visual de seus produtos, como o Windows Phone e o Xbox.

O que houve com a Área de Trabalho tradicional?
Ela continua presente e pode ser aberta por meio de um bloco na tela Iniciar da nova interface. Ela pode ser acessada para usar programas tradicionais do Windows e aplicativos indisponíveis na Windows Store.

O que houve com o menu Iniciar?
Ele foi eliminado do Windows e não é possível usá-lo de maneira oficial (alguns desenvolvedores independentes estão tentando criar alternativas). Foi substituído pela tela Iniciar.

Para que serve a nova Windows Store?
É uma loja com programas pagos e gratuitos, como a App Store, da Apple. Para usá-la, é necessário criar uma conta.

Cadê o Windows Media Center?
Ele foi removido. O Windows Media Player está presente, mas não reproduz DVDs, sinal de TV e arquivos VOB --o usuário terá que comprar separadamente um pacote que inclui o Media Center. Quem instalar o Windows 8 terá que comprar o Windows 8 Pro Pack. Quem instalar o Windows 8 Pro poderá comprar o Media Center Pack. Os preços ainda não foram divulgados.


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15 maio, 2012

Windows Server 2008 Foundation R2 uma solução para pequenas empresas





Sobre este vídeo

O Windows Server 2008 Foundation é um novo sistema operacional da Microsoft voltado para micro empresas com no máximo 15 computadores. Diferente do Microsoft Small Business Server (SBS), que inclui servidor de correio eletrônico, banco de dados, servidor web e serviços do SharePoint, o Windows Server 2008 Foundation é uma versão mais acessível e que foi baseada no Windows Server 2008 Standard, limitada a máquinas com suporte para apenas um processador, máximo de 8 GB de memória.
Fonte: Microsoft


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14 maio, 2012

Fontes Nacionais não passam e teste do Inmetro



Veja o resultado final do teste realizado pelo Inmetro com as principais fontes para computadores do mercado.

   Fonte : Inmetro - Click para aumentar
Acesse o PDF com os todos os resultados.


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03 maio, 2012

Operação Maré Vermelha mantém parados nos portos do País produtos importados




Produtos adquiridos por brasileiros em sites internacionais estão demorando cerca de quatro meses para serem entregues no País. A Operação Maré Vermelha, da Receita Federal, aumentou a fiscalização na entrada de itens importados e está prejudicando os negócios das empresas e a vida dos consumidores.
Indignados com o atraso na chegada dos produtos - que atinge não somente os comprados em sites, mas todos os tipos de mercadorias -, usuários de comércio eletrônico assinaram uma petição pública na internet contra "a ineficiência da Receita Federal do Brasil". Até o fechamento desta edição, a petição já contava com 969 assinaturas. Procurada pelo Estado, a Receita não se pronunciou. (Link para petição)
Rayan Barizza, pós-graduando em direito administrativo residente em Ribeirão Preto (SP), é o autor do abaixo-assinado. Ele tem oito encomendas paradas na alfândega acima do prazo usual, que costumava ser de 30 dias. O estudante importou, por exemplo, uma antena para internet sem fio há mais de 80 dias e ainda não recebeu o produto. "A Maré Vermelha se transformou em uma grande barreira de contenção das importações", disse.
Deflagrada no dia 19 de março, a Operação Maré Vermelha intensificou a fiscalização na entrada de produtos importados, com o objetivo de reduzir o contrabando. Pelos parâmetros da Receita, os produtos deixam o "canal verde", onde a liberação é quase automática, e entram no "canal vermelho", que exige verificação física e documental. A operação não tem data para acabar e provoca congestionamento em portos e aeroportos, principalmente em São Paulo.
As cargas importadas por empresas também estão sendo afetadas, mas o consumidor que importa diretamente é o mais prejudicado. No ano passado, foram feitas 4,78 milhões de operações de importação entregues por via postal no País. Os consumidores trazem diversos itens de baixo valor, principalmente jogos e acessórios de computador. Como os valores envolvidos são pequenos, essas compras representaram US$ 3,2 milhões em 2011.
O maior motivador desse tipo de importação é o preço. Segundo os consumidores, os produtos importados custam, em média, 60% menos que os nacionais. Há itens em que a diferença é ainda maior e algumas mercadorias chegam a custar o triplo no Brasil do que no exterior. É o caso de baterias para aparelhos auditivos. No País, 10 baterias custam R$ 36, enquanto dá para importar 30 baterias da China pelo mesmo valor.
Taxação. Os consumidores também reclamam que a Receita Federal está taxando indevidamente os produtos. Pela legislação em vigor, produtos abaixo de US$ 50 importados por pessoas físicas para uso próprio não pagam taxas. Se comprar produtos para revenda ou acima desse valor, o importador é obrigado a pagar os tributos.

Fonte: 
Raquel Landim, de O Estado de S.Paulo


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